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Operação Pecúlio: ex-secretário de TI de Foz é condenado

Operação da Polícia Federal investigou os crimes contra a lei de licitações, de falsidade ideológica e corrupção

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Foto: Jornal Gazeta do Iguaçu

A Operação Pecúlio, que apura um esquema de corrupção na Prefeitura de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná e já conta com oito fases, teve uma parte de seu desfecho hoje (6). O juiz da 3ª Vara Federal, Pedro Carvalho Aguirre Filho, sentenciou o ex-secretário de Tecnologia da Informação, Melquizedeque da Silva  Ferreira Correa Souza, além de ex-servidores e empresários, por crimes contra a lei de licitações, de falsidade ideológica e corrupção. Dos 19 réus citados, 11 foram absolvidos.

O ex-secretário recebeu a pena de dois anos e oito meses de reclusão, dois anos de detenção e multa de R$ 31,5 mil a ser cumprida inicialmente em regime aberto (e foi absolvido pelo envolvimento em outros seis fatos pelos mesmos crimes e dois por advocacia administrativa). Além dele, dentre os outros condenados estão:

  • Luís Carlos Kossar, ex-servidor e empresário, por crime contra a lei de licitações e falsidade ideológica, com pena de dois anos e dois meses de reclusão e dois anos de detenção a ser cumprida inicialmente em regime aberto – foi absolvido da acusação de corrupção passiva;
  • Alcides Rogério de Moura, empresário, condenado pelo crimes de falsidade ideológica e contra a lei de licitações, com pena de dois anos e dois meses de reclusão e dois anos de detenção a ser cumprida inicialmente em regime aberto;
  • Nilton João Beckers, empresário, condenado pelo crime de corrupção ativa com pena de dois anos de reclusão em regime aberto;

Como Melquizedeque é delator na operação, sua pena foi reduzida e, para os quatro condenados, a proibição da liberdade foi convertida em prestação de serviços à comunidade.  

Em outra fase

Em 2016, durante a 7ª fase da operação que teve como alvo o ex-prefeito de Foz, Roni Pereira, Melquizedeque chegou a ser preso e é considerado pelo Ministério Público como um dos maiores articuladores de um suposto esquema de corrupção administrativa durante a gestão de Roni.

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