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Ministério Público arquiva denúncias feitas por Boca Aberta

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) arquivou duas denúncias contra os vereadores Rony Alves (PTB) e Mário Takahashi (PV) e outra contra o procurador Miguel Aranega Garcia

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DIÁRIO 24H
LONDRINA

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) arquivou três denúncias feitas pelo vereador cassado Emerson Petriv (PR), o Boca Aberta – duas contra os vereadores Rony Alves (PTB) e Mário Takahashi (PV) e outra contra o procurador jurídico da Câmara, Miguel Aranega Garcia. As análises foram feitas pelos promotores da 26ª Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público, Sandra Koch e Ricardo Benvenho.

Petriv abriu um representação que questionava a legalidade de uma empresa contratada por Rony Alves, em viagem feita ao Japão em 2014, à época presidente da Casa.

Alves explicou que “na Câmara, quando um vereador viaja e precisa de algum recurso da Casa, ele passa pelo crivo da Procuradoria e de outros departamentos. O trabalho é rígido. O ex-vereador [Emerson Petriv], em vez de se informar, foi a público dizer que fizemos uma viagem totalmente equivocada, na tentativa de desviar a atenção dos munícipes e demais vereadores. O advogado dele chegou a dizer que pediria nossa prisão”. Para Alves, a atitude do advogado de Petriv foi “indecorosa e criminosa”.

Em inquérito civil aberto no Ministério Público, Boca Aberta também questionou a viagem feita por Mário Takahashi, em abril deste ano, também ao Japão. Neste caso, o arquivamento foi assinado pela promotora Sandra Koch. Takahashi afirmou que não esperava uma decisão diferente. “Vi [o arquivamento] de forma bem natural, haja vista que a denúncia feita por Petriv foi apenas para criar uma repercussão negativa. Ele fez denúncias infundadas, inventou coisas para desviar a atenção da apuração das denúncias contra ele”, ressaltou.

A promotora de Justiça Sandra Koch arquivou também a denúncia de Petriv contra o procurador Miguel Aranega Garcia por perseguição. Segundo ele, “o ex-vereador fez acusações à Procuradoria, cujas decisões não entram no mérito desta questão, mas tangem as formalidades do processo. Agora ficou consubstanciado, até pelo entendimento da própria promotora, que a Procuradoria não tinha interesse na causa e não foi tendenciosa como ele dizia”.

O ex-vereador Emerson Miguel Petriv foi cassado em outubro deste ano por 14 votos por quebra de decoro.

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